quarta-feira, janeiro 07, 2026

Tordesilhas 2.0?

Tratado de Tordesilhas — Wikipedia


Poderão Trump e Putin mudar o curso da História?


Durante vários anos coloquei a hipótese de, depois da derrota russa na Guerra Fria, o Tordesilhas 2.0 resultaria de uma negociação entre os Estados Unidos e a China, ficando por definir o meridiano que, na Eurásia, separaria o Ocidente do Oriente. Ou seja, o lugar da Rússia! Hoje tenho dúvidas sobre a possibilidade civilizada de uma nova partilha do Mundo, como a que foi feita entre espanhóis e portugueses. Todos os grandes atores, e os pequenos também, estão sobretudo preocupados com o fim da abundância e do crescimento, e com as suas inevitáveis e terríveis consequências.

Milagre português até 2027...

O Paul Krugman chamou-lhe o 'milagre português'. Mas ninguém na terrinha lhe ligou peva, entretidos que andam sempre e invariavelmente os indígenas a comprar votos com torradeiras. Na energia e na água estamos bem, salvo no peso excessivo dos chineses nas empresas que exploram os recursos endógenos. No turismo progredimos de modo exponencial, já ultrapassámos a pegada turística 'per capita' dos espanhóis e, portanto, é o momento certo para parar o crescimento bruto das entradas e aumentar a duração das estadias e as receitas por entrada prestando melhores serviços. Na questão urgente do envelhecimento demográfico, fizemos bem (foi António Costa, reconheça-se) em atrair a imigração, mas é preciso uma gestão de proximidade mais fina desta alteração na geografia humana do país . No setor público, precisamos de melhorar a gestão (de aplicar melhor o dinheiro disponível) e a avaliação permanente de resultados nos sub-setores da segurança social, saúde, educação, cultura, ciência, investigação tecnológica e desenvolvimento. Cuidado com as crítica irrefletidas aos americanos! 


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OECD Economic Surveys: Portugal 2026 . 6 January 2026

Portugal’s economy has been outpacing the euro area average since 2022. The unemployment rate has declined, while public debt relative to GDP fell significantly. Rising disbursements of the Recovery and Resilience Funds in 2026, continuous employment gains, and recent structural reforms are all expected to support growth. However, significant challenges lie ahead. Sustaining primary surpluses and preserving public investment are essential to maintain the debt-to-GDP ratio on a firmly declining path. This requires shifting the structure of public spending towards investment, reducing spending pressures from population ageing, and reducing inefficient tax expenditures. Strengthened vocational education and training, as well as better training support for older workers, are needed to fully mobilise the working-age population, ease labour shortages and strengthen skills. Boosting competition in services sectors and maintaining investment would raise labour productivity and support sustainable gains in living standards. More consistent pricing of carbon across the economy and broader insurance coverage for natural risks would make growth more sustainable and support adaptation to a warming climate. Improving housing affordability requires structural reforms to streamline permitting procedures and spatial planning, improve efficiency and equity of property taxes, and strengthen targeted housing support for vulnerable households.

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OECD Economic Outlook, Volume 2025 Issue 2 . 2 December 2025 — Portugal

Real GDP growth is projected to reach 1.9% in 2025 and 2.2% in 2026, before easing to 1.8% in 2027. A tight labour market, increases in the minimum wage and a personal income tax cut are expected to support private consumption. Increasing disbursements of Recovery and Resilience Funds will contribute to higher public investment in 2026. Export growth will remain subdued reflecting weak external demand amidst higher US tariffs and high uncertainty. As labour demand remains strong, inflation will moderate only slowly to 2.0% in 2027.


Fiscal policy will remain expansionary in 2026 and turn contractionary in 2027, mainly reflecting the end of the implementation of the Recovery and Resilience Plan (RRP) in 2026. Fiscal prudence and structural reforms are key to sustain growth and maintain public debt on a firmly declining path. Over the medium term, containing ageing‑related spending pressures and reducing inefficient tax expenditures would make room for needed productivity-enhancing public investments. Continuing to lower entry barriers and streamline regulations in the retail sector and professional services would also support growth and productivity.

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A grande carambola americana


Isto é tão evidente!

Encontro, apesar de tudo, racionalidade na atual deriva autoritária e imperial dos EUA. Vem aí um grande aperto na raça humana, pelo lado da demografia, dos recursos minerais e energéticos e dos desequilíbrios ambientais. A multiplicação dos incidentes entre pessoas e entre estados, o crescimento da violência e da loucura, a desestruturação em curso da Ordem Mundial, entre outras más notícias, deram início a uma luta pela sobrevivência à escala mundial. Os mais fortes tentarão manter a sua posição…

Objetivo americano:
— derrotar as intenções imperiais da 'Xina' (a China despótica de Xi Jinping) até ao fim de 2026, pois existem informações sólidas de que Pequim prepara um assalto à Ilha Formosa em 2027. Para quem não saiba, a TSMC (Taiwan Semiconductor Manufacturing Company) é o mais fabricante mundial de micro-processadores. Sem estes não há telemóveis, nem computadores, servidores, Inteligência Artificial, etc.

Estratégia americana:
— afastar a Rússia da Ucrânia, Síria, Irão, América Latina (Venezuela, Colômbia, Nicarágua...) e África (África do Sul, Angola, etc.)
— afastar a China do continente americano, incluindo o Canadá, Venezuela, Brasil, etc., e de países europeus como a Grécia e Portugal (onde detêm posições dominantes em empresas estratégicas nos setores da energia, água e portos;
— dissuadir a China de invadir e ocupar a Formosa.

O aprisionamento do petroleiro-pirata da frota-fantasma que tem permitido a Putin escapar parcialmente às sanções económicas euro-americanas é a cereja em cima do bolo da Operação Resolução Absoluta, que raptou Nicolas Maduro, revelando o completo 'bluff' da ameaça russa de Vladimir Putin e dos demais psicopatas que o acompanham.

As defesas aéreas e todo o dispositivo de segurança venezuelano falharam redondamente, ou melhor, nem sequer entraram em ação. Porquê? Falta perguntar e responder...

Sendo na sua essência um sistema de armas russo, só não funcionou por uma razão: porque Putin não deixou!

Pois, se tivesse deixado, embora a operação de remoção de Maduro tivesse sido realizada, teria custado uns milhares de milhares de baixas venezuelanas e cubanas, mas também umas dezenas ou centenas de baixas americanas. Ou seja, os russos teriam sido igualmente afastados da Venezuela (e mais tarde de Cuba, etc.), mas os americanos mortos na operação teriam servido imediatamente para uma entrada direta norte-americana na guerra da Ucrânia (mísseis de cruzeiro Tomahawk, interdição do céu ucraniano e, claro está, 'boots on the ground'), com uma inevitável derrota militar esmagadora de Putin e a capitulação incondicional da Rússia.

Dois teóricos militares publicaram em 1999 um livro sobre a nova filosofia militar chinesa a que chamaram "Unrestricted Warfare" (UW). Os norte-americanos entenderam o recado.

segunda-feira, janeiro 05, 2026

O rapto de Nicolas Maduro



É o petróleo, sim, mas russo, estúpido!

O que aqui já sublinhei, mas que este post no FB de Donald Trump descreve bem: a extração de Maduro sob a forma de uma operação judicial militarmente apoiada, foi uma tacada que fez carambola, imediatamente sobre a Rússia criminosa de Putin, e sobre os teocratas e terroristas do Irão, mas também sobre todos os principais consumidores oportunistas do petróleo russo: China e Índia, por exemplo. 

Sim, a Terceira Guerra Mundial já começou, mas não se pode dizer nada a ninguém...


Publicação de Donald Trump For President:

This is the part that makes everything suddenly click — especially now that Maduro is in U.S. custody on narco-terrorism charges.

Everyone thought this was just about Venezuela.

It wasn’t.

What just happened may be one of the hardest economic hits to the Kremlin since the Ukraine war began — and it didn’t require a single missile.

Here’s the quiet mechanism most people missed:

Russia can’t openly sell its oil because of sanctions. So Moscow adapted. It built a shadow system — unflagged tankers, erased records, rerouted shipping data — a ghost fleet.

And one of the key laundering hubs? Venezuela.

Maduro’s regime wasn’t just corrupt — it was a financial relay station. Russian oil moved through Venezuelan channels, blended, relabeled, and sold off the books. The same shadow network tied together Moscow, Caracas, and Tehran.

Now look at what Donald Trump just did.

The U.S. blocked Venezuelan oil tankers.

On paper, that targets Maduro.

In reality, it chokes Russia’s escape valve.

If Venezuela stalls, the entire laundering pipeline collapses.

Less oil sold quietly.

Less cash reaching Moscow.

More risk for any country trying to help Putin cheat sanctions.

And the reactions tell the story.

Vladimir Putin? Silent.

But Dmitry Peskov suddenly looked nervous and warned, “This is dangerous. Venezuela is our ally.”

That’s not concern for Maduro.

That’s fear of exposure.

Then comes the pressure point.

Washington is now warning countries: keep buying Russian oil after rejecting Trump’s peace terms — and you’ll face consequences.

Is it diplomacy?

Is it blackmail?

Or is it something far more effective — economic suffocation?

This is the war nobody sees on the battlefield.

No tanks.

No headlines.

No dramatic explosions.

Just shadow fleets drying up.

Cash flows freezing.

And regimes realizing their backdoor just got slammed shut.

If the ghost oil stops moving…

How long can the Kremlin keep the war machine running?

This wasn’t chaos.

This wasn’t coincidence.

This was a silent strike — and it may end up reshaping the global balance far faster than anyone expected.

domingo, janeiro 04, 2026

Venezuela — como vai a Terceira Guerra Mundial?

 

Nicolas Maduro algemado a caminho dos EUA

“Se é possível agir assim com ditadores, então os EUA sabem o que fazer a seguir”, afirmou Zelensky durante uma reunião com jornalistas.

I

Estava escrito. A dissuasão da ameaça chinesa no Indo-Pacífico passa por cortar as asas da influência estratégica da China e da Rússia no continente americano. Mas também no Médio Oriente e em África. Aos europeus, incluindo a Turquia, cabe ajudar a Ucrânia a derrotar Putin. França e Itália, mas também Portugal e Alemanha, não poderão perder esta oportunidade para consolidar as suas posições económicas e diplomáticas em África.

O senhor Xi terá também os dias do seu delírio imperial contados.

II

Os Estados Unidos pretendem claramente controlar os destinos do petróleo da Venezuela, da Arábia Saudita e do Irão. Uma vez atingidos estes objetivos será um game over para a China, a Rússia e, na realidade, o resto do mundo. Em vez do por mim antecipado Tordesilhas 2.0 teremos o Império Americano 2.0.

PS: atingir estes objetivos até ao fim deste ano de 2026 evitaria a aventura chinesa de Pequim de uma tentativa de invasão da Formosa.

III

1) Sempre houve soberanos mais soberanos do que outros...

2) Declarar guerra antes de atacar deixou de ser moda depois da II GM (Há exceções? Diga-me quais são na caixa de comentários). Além do mais, esta moda teve consequências catastróficas em 1914-18 e 1939-45, as quais seriam ainda mais devastadoras se viessem a ocorrer com bombas atómicas a voar entre continentes. Daí que, nada de declarações de guerra, nem discussões parlamentares abertas sobre operações que, por definição, são sigilosas e baseadas, em larga medida, no efeito de surpresa.

3) Há uma guerra mundial em curso, a famosa III GM, a qual, porém, não segue os figurinos tradicionais, mas antes uma nova teoria que atualiza a antiga Guerra Assimétrica, tornando-a no que dois teóricos militares chineses do Exército Popular de Libertação designaram uma Guerra Além dos Limites (超限战 (Chāoxiàn zhàn). Sem conhecer esta circunstância é, de facto difícil, perceber a lógica da captura de Nicolas Maduro e do que se seguirá na Venezuela, nas Caraíbas e na América do Sul em geral, Brasil incluído.

4) O objetivo desta operação, tal como da estratégia seguida pelos americanos na Ucrânia, é derrotar antecipadamente os próximos movimentos de Pequim, nomeadamente a prevista invasão da Formosa em 2027.

5) A imprensa portuguesa, tal como o The New York Times, ou o Guardian, são completamente inúteis para quem quiser realmente perceber o que se está a passar neste momento no planeta.

IV

O Guardian e o NYT sabem muito bem o que escrevem. E o que escrevem, neste caso, é mentira e mera propaganda de uma esquerda urbana atolada na estupidez analítica e na corrupção. O mal, porém, começou quando uma turma de filósofis idiotas franceses, na sequência da capitulação de Pétain perante os tanques de Hitler, enveredaram pela autoflagelação do Ocidente cristão e pela defesa sado-masoquista do anti-humanismo soviético, maoísta, enverhoxhiano, hochiminiano, guevarista, castrista, chavista e madurista, e ultimamte até, putiniano. Ficaram cegos e surdos, e cegaram milhões de mentes ingénuas ao longo do último século. Vai demorar a passar...

V

Vale a pena ouvir o que Niall Ferguson tem a dizer sobre a extração de Maduro da pirâmide de poder e corrupção da Venezuela. 

O maior inimigo dos Estados Unidos é a sua própria dívida. Ou seja, a supremacia americana global, para se manter, terá que assentar num doutrina claramente mercantilista e na demonstração clara do seu poder, sem, no entanto, alimentar ilusões neo-neo-colonialistas sobre o seu envolvimento na construção de novos regimes depois de estes serem, de algum modo, libertos de personagens incómodos. Não há lugar a novos Tordesilhas, pelo menos nas próximas décadas. Depois, logo se verá...

VI

Andam todos muito ofendidos pela falta de uma declaração formal de guerra por parte dos Estados Unidos ao invadirem a Venezuela este sábado, extraindo do poleiro um ditador ao mesmo tempo infame e ridículo. Esquecem-se, porém, de que a figura da Declaração de Guerra caíu em desuso depois da Segunda Guerra Mundial e depois da criação da ONU.

A explicação para a nova doutrina da guerra é esta: 

— a Nova Ordem Internacional saída da derrota da Alemanha e do Japão deu lugar ao nascimento de potências nucleares capazes de transformarem as disputas bélicas em guerras de destruição mútua garantida. 

Havendo, como há, alianças de defesa mútua — NATO, o extinto Pacto de Varsóvia, e inúmeros tratados de defesa bilaterais e multilaterais — é fácil perceber até que ponto declarações formais de guerra poderão conduzir o mundo a catástrofes nucleares irreversíveis.

Numa dupla consulta à distraída IA do Google obtive duas sucessivas respostas a duas sucessivas perguntas da minha parte.

A primeira foi esta:

Eu — Quantas declarações de guerra foram formalizadas desde o fim da II Guerra Mundial?

Google IA — Desde o fim da Segunda Guerra Mundial (1945), não houve grandes "declarações de guerra" formais no sentido clássico, pois a maioria dos conflitos pós-1945 são guerras civis, intervenções ou conflitos assimétricos, com a fundação da ONU limitando o uso da força, mas vários países tiveram conflitos que poderiam ser vistos como declarações informais, como Coreia, Vietnã, Guerra do Golfo, Afeganistão, Iraque, Síria, entre outros, embora muitas vezes com justificativas de autodefesa ou autorização da ONU, não declarações formais de guerra.

Contexto Pós-1945:

Desuso do Ato Formal: Após a criação da Organização das Nações Unidas (ONU) em 1945, o ato formal de declarar guerra tornou-se raro, com a Carta da ONU buscando proibir o uso da força, exceto em autodefesa ou com autorização do Conselho de Segurança.

Natureza dos Conflitos: Conflitos como a Guerra da Coreia, Guerra do Vietnã, Guerra do Golfo, invasões do Afeganistão e Iraque, e a Guerra Civil Síria foram formalmente justificados por ações defensivas, missões de paz, ou mandatos da ONU, evitando declarações de guerra tradicionais. 

Exemplos de Conflitos Pós-1945 (sem declaração formal de guerra):

Guerra da Coreia (1950-1953): Intervenção da ONU contra a Coreia do Norte.

Guerra do Vietnã (1955-1975): Envolvimento dos EUA justificado por contenção do comunismo.

Guerra do Golfo (1990-1991): Coalizão internacional autorizada pela ONU para libertar o Kuwait.

Invasão do Afeganistão (2001): Resposta ao terrorismo.

Invasão do Iraque (2003): Justificada por armas de destruição em massa, sem mandato claro da ONU. 

Portanto, a resposta exata é "pouquíssimas ou nenhuma" declaração formal de guerra, mas muitos conflitos armados ocorreram sob outras justificativas legais. 

E a segunda foi esta:

Eu — Esta lista é omissa relativamente aos atos de guerra da Rússia...

Google IA — Tens razão. Embora a lista anterior se tenha focado na raridade do instrumento jurídico "declaração de guerra" no pós-1945, ela omitiu as intervenções militares da Rússia (e da ex-URSS) que, apesar de evitarem esse termo formal, foram atos de guerra de grande escala. 

A Rússia tem sido um dos atores mais ativos em conflitos armados desde o fim da Segunda Guerra Mundial, quase sempre utilizando eufemismos legais para evitar as implicações de uma "guerra" formal perante o Direito Internacional.

Abaixo, detalho os principais atos de guerra russos/soviéticos nesse período:

1. Período Soviético (URSS: 1945–1991)

Durante a Guerra Fria, a União Soviética interveio militarmente para manter o controle sobre o seu bloco ou expandir influência, nunca declarando guerra formalmente:

Hungria (1956): Invasão para esmagar a Revolução Húngara.

Tchecoslováquia (1968): Invasão do Pacto de Varsóvia para interromper a "Primavera de Praga".

Afeganistão (1979–1989): Intervenção militar direta em apoio ao governo comunista local, resultando numa guerra de uma década. 

2. Federação Russa (1991–Presente)

Após o colapso da URSS, a Rússia envolveu-se em conflitos internos e externos, frequentemente descritos como "operações de contraterrorismo" ou "imposição da paz":

Guerras na Chechênia (1994–1996 e 1999–2009): Conflitos brutais contra separatistas no próprio território russo.

Guerra Russo-Georgiana (2008): Invasão da Geórgia (Ossétia do Sul e Abecásia), descrita por Moscou como uma "operação para forçar a paz".

Anexação da Crimeia e Guerra no Donbas (2014): Início do conflito com a Ucrânia através de forças "não identificadas" e apoio a separatistas.

Intervenção na Síria (2015–Presente): Apoio militar direto ao governo de Bashar al-Assad. 

3. Invasão da Ucrânia (2022–Presente)

Este é o exemplo mais significativo da "fuga" ao termo formal:

"Operação Militar Especial": Vladimir Putin utilizou este termo em 24 de fevereiro de 2022 para evitar a declaração de guerra formal, o que lhe permitiu, inicialmente, limitações políticas e jurídicas internas.

Mudança de Discurso (2024): Em março de 2024, o Kremlin passou a admitir publicamente que a Rússia está em "estado de guerra", justificando-o pela intervenção direta do Ocidente ao lado de Kiev, embora sem emitir um documento de declaração de guerra formal nos moldes clássicos. 

Em resumo: A Rússia é um exemplo central de como as potências modernas realizam atos de guerra contínuos e de larga escala sem nunca recorrerem à formalidade jurídica da declaração de guerra, preferindo termos como "operações especiais" ou "intervenções de paz" para manobrar o Direito Internacional.

As respostas de IA podem incluir erros. Para receber aconselhamento jurídico, consulte um profissional.

VII

Um reformado ganha na Venezuela de Nicolas Maduro 2€ por mês.